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Bancários realizam Dia Nacional de Luta em defesa do BB

Onda de descomissionamentos e ataques às estatais foram motivo da mobilização.

Publicado: 15 Fevereiro, 2019 - 12h20 | Última modificação: 15 Fevereiro, 2019 - 12h26

Escrito por: SEEB Curitiba

SEEB Curitiba
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Os bancários do Banco do Brasil realizaram nesta quinta-feira, 14 de fevereiro, um Dia Nacional de Luta contra os descomissionamentos. O Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e região integrou a mobilização com visita a vários locais de trabalho – entre eles, os Cenops, o CSA, agências de varejo e Estilo e escritórios digitais da capital paranaense – para conversar com os funcionários.

Segundo a Contraf-CUT, nos últimos dias, uma nova onda de descomissionamentos fez vítimas em vários locais do País, inclusive em Curitiba, com a perda de cargos e redução de salários via Gestão de Desenvolvimento por Competências (GDP). Isso porque o novo modelo de gerenciamento dos escritórios, com as Superintendências Centralizadoras, tem feito à distância uma maior pressão para descomissionar mesmo sem observar os critérios históricos.

“Trata-se de um descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, já que o banco tem descomissionado mesmo sem observar os três ciclos avaliatórios negativos na GDP, como está clausulado. É evidente que se trata de uma prática de achatamento de salários, além de um completo desrespeito com os funcionários”, destaca Ana Paula Busato, representante do Paraná na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil. O Sindicato orienta que os bancários que forem vítimas desses ou de outros tipos de abuso por parte do banco denunciem à entidade. 

Confira aqui o jornal Espelho, distribuído aos funcionários.

Sindicato denuncia “detratores”
Durante as visitas aos locais de trabalho, os dirigentes sindicais também alertaram os funcionários do BB sobre os ataques que o banco vem sofrendo por parte da nova direção – em entrevista ao Estadão, o presidente do banco Rubem Novaes, ao ser questionado sobre a possibilidade de enxugamento de pessoal, afirmou que “custo é como unha: é preciso cortar constantemente” –, bem como pela equipe econômica do novo governo – Paulo Guedes, ministro da Economia, disse recentemente que as empresas estatais “são como filhos que fugiram de casa e hoje estão drogados”.

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