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Governo tem condições de pagar o que deve!

APP-Sindicato cobra a Campanha Salarial durante e audiência de prestação de contas públicas

Publicado: 04 Junho, 2018 - 09h07

Escrito por: APP-Sindicato

 

A direção estadual da APP-Sindicato aproveitou a audiência pública de prestação de contas do Estado (referente aos primeiros quatro meses de 2018) para cobrar os itens da Campanha Salarial que têm impacto financeiro. A aplicação da data-base, a integralidade da hora-atividade e a reversão do corte salarial dos PSS são prioridades para os(as) educadores(a).

As falas do secretário da Fazenda José Luiz Bovo e do diretor geral da Sefa George Tormin mostram um Paraná com resultados mais otimistas que o previsto pelo governo Richa (PSDB) no final do ano passado. No primeiro quadrimestre deste ano o Paraná apresentou um crescimento de 2% em relação ao ano anterior, o que representa um superávit de R$ 1,5 bilhões; dinheiro para pagar o que está em atraso há! (Veja também: governo tem condições de pagar o que deve, aponta FES).

“O Estado tem condições de pagar a data-base e de pagar os 14% que tirou do salário dos servidores PSS. Tem também a condição de devolver a hora-atividade. Hoje, fazemos um apelo para o secretário [da Fazenda] para que oriente à governadora para que não incorra no mesmo erro que cometeu Richa. A gente quer e precisa ter paz nas escolas, para trabalhar, porque isso impacta diretamente no cotidiano e aprendizado dos alunos”, salienta o deputado estadual Professor Lemos.

Data-base é dívida – Já tramitam na Assembleia Legislativa do Estado (Alep) as mensagens de Lei dos reajustes dos servidores(as) do Legislativo (PL 304/18), da Defensoria Pública (PL 297/18), do Tribunal de Contas (PL 311/18) do Ministério Público e da PGE (PL 298/18) e do Tribunal de Justiça (PL 299/18), mas até agora nada do projeto de reajuste do servidores(as) públicos do Executivo.

“Queremos nada menos que a isonomia. Nós não somos contrários aos reajustes aos trabalhadores, mas queremos tratamento igual, e que todos os projetos sejam votados conjuntamente. Não é possível votar a data-base para os demais poderes e não votar aos servidores do executivo”, afirma a professora Marlei Fernandes de Carvalho, coordenadora do FES.

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