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Ato público recorda assassinato da menina Rachel Genofre

Movimento feminista quer batizar rodoferroviária com nome da vítima de crime que segue sem solução

Publicado: 07 Novembro, 2018 - 17h07 | Última modificação: 07 Novembro, 2018 - 17h13

Escrito por: CUT Paraná

CUT-PR
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Nesta segunda-feira (5) dezenas de mulheres participaram de um ato que recordou os 10 anos do assassinato da menina Rachel Genofre, morta em 2008, um crime que segue sem solução. A atividade, organizada pelos movimentos feministas de Curitiba, também reforçou a campanha para que a Rodoferroviária, local onde o corpo da jovem foi encontrado dentro de uma mala, seja batizada com seu nome. Até o momento mais de cinco mil assinaturas foram coletadas. (Você pode assinar clicando aqui).

“Essa é uma agenda do movimento feminista que se repete anualmente. É algo que nos causa muita dor, mas também promove a solidariedade com a família da Rachel. Um episódio trágico que reflete a ausência de políticas públicas para a proteção das meninas e mulheres”, avalia a secretária da mulher da CUT Paraná, Anacélie Azevedo.

De acordo com ela, o ato também serviu como instrumento para reforçar o diálogo com a população. “Esse é um caso que teve relevância nacional e que chama a atenção. Falamos sobre o processo, a ausência de solução para o crime mas também sobre os índices de violência contra as mulheres no Brasil e no Paraná. Continuaremos nas ruas até que nenhuma outra menina passe pelo que Rachel passou e que todas possam andar nas ruas seguras, sem medo”, finalizou. 

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