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Em ato, educadores(as) e estudantes cobram afastamento de Renato Feder

De acordo com a APP-Sindicato, o secretário cometeu inúmeras ilegalidades, as quais afetaram diretamente a qualidade da educação paranaense

Publicado: 08 Abril, 2021 - 08h58 | Última modificação: 08 Abril, 2021 - 08h59

Escrito por: APP-Sindicato

Ascom / APP-Sindicato
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Durante a manhã desta quarta-feira (7), a APP-Sindicato, junto com o SindiSaúde, União Paranaense de Estudantes Secundaristas (Upes) e União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes) realizaram um ato protocolado para denunciar a gestão estadual e federal durante a pandemia. O Sindicato enfatizou o pedido de demissão do Secretário da Educação do Paraná, o empresário Renato Feder, o qual desrespeita a educação paranaense.

As principais pautas da ação são a exigência da vacina para toda a população, a manutenção de um Lockdown efetivo para conter a contaminação por Covid-19 e o respeito à educação pública. Os manifestantes ainda estenderam faixas pedindo o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) e o afastamento de Renato Feder.

“Esse é um dia de mobilização, principalmente por ser o dia mundial da saúde. Na educação do Paraná, esse é um dia de mobilização pela retirada urgente de Renato Feder, que é um empresário que não entende de serviço público. Feder não respeita os(as) trabalhadores(as) da educação, não respeita estudantes e vem destruindo a educação pública do Paraná”, destaca o presidente da APP-Sindicato, Professor Hermes Leão.

Segundo Hermes Leão, a APP-Sindicato protocolou um documento destacando as ilegalidades de Renato Feder frente a Secretaria de Estado da Educação e Esportes (Seed), as quais têm sido denunciadas desde o início da gestão de Ratinho Jr. 

“Esse secretário não serve para o serviço público e ele não respeita a educação. Estamos cobrando da Casa Civil uma reunião com o Sindicato e estudantes, que não têm sido atendidos pelo secretário. Reforçamos também a necessidade da revisão imediata da forma da oferta de educação neste período”, enfatiza o presidente da APP-Sindicato.

A APP-Sindicato reafirma que além da solicitação da reunião com o governo, está estudando outras medidas cabíveis para defender o direito dos(as) profissionais da educação.