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Em Curitiba, carreata e bicletada levam manifestantes às ruas contra Bolsonaro

Mobilização aconteceu neste final de semana nas principais cidades brasileiras e também pediu a vacinação e programas sociais

Publicado: 22 Fevereiro, 2021 - 13h14 | Última modificação: 22 Fevereiro, 2021 - 13h20

Escrito por: CUT-PR

CUT-PR
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Neste sábado (20) centenas de carros e bicicletas movimentaram o centro de Curitiba em um ato que pede a saída de Jair Bolsonaro da Presidência da República. A mobilização, ao mesmo tempo, reforçou a importância da vacinação em massa e de programas sociais para enfrentar a crise econômica e social que o País atravessa.

Atos semelhantes aconteceram por todo o Brasil ao longo do final de semana em uma ação articulada por entidades sindicais e dos movimentos sociais. “Curitiba e diversas cidades do Paraná, mais uma vez, fizeram carreatas pelas ruas levantando os temas da Vacinação para Todos Já! A necessidade imperativa da volta às aulas presenciais somente com a vacinação de professoras, professores e funcionárias e funcionários de escola e também alertando o congresso nacional da importância social da continuidade do auxílio emergencial para as trabalhadoras e trabalhadores que foram os principais afetados pelo reflexos econômicos da crise pandêmica”, afirmou o presidente da CUT Paraná, Marcio Kieller.

Ana Beatriz PazosAna Beatriz Pazos

Ainda segundo ele, enquanto os grandes empresários estão ganhando muito dinheiro, a classe trabalhadora vê seu orçamento cada vez mais reduzido e a crescente dificuldade. O desemprego cresce no mesmo período em que o governo rejeita o auxílio emergencial como política básica de sobrevivência para trabalhadores e trabalhadoras. “Não dá para aceitar que banqueiros ganhem bilhões e a classe trabalhadora migalhas! Por essas irresponsabilidades e desgoverno é que as ruas exigem o Impeachment já! Fora Bolsonaro”, enfatizou.

A secretária de mobilização e movimentos sociais da Central no Paraná, Taís Adams Gramowski, avalia que há um descontentamento crescente na sociedade. “O número de mortos se acumula, com uma média assustadora de ao menos mil óbitos por dia. Ao mesmo tempo, as condições materiais da classe trabalhadora se deterioraram rapidamente. Não há mais o que sustente esse governo. Somente a ganancia dos grandes empresários que seguem acumulando riquezas enquanto as camadas populares ficam cada vez mais pobres ou, pior ainda, morrem em virtude do descaso do Governo Federal”, criticou.